NR-35 Comentada 2026
A norma sintetizada, comentada e traduzida em orientação de execução: o que a NR-35 exige em trabalho em altura, por que exige e como fazer.
- Escrito sobre a redação alterada pela Portaria MTE 1.259/2026 (DOU 16/07/2026), com o item 35.4.5, o novo Anexo III e o treinamento presencial já incorporados
- Síntese do texto da norma, na sequência dos próprios itens
- Comentários técnicos de quem estrutura trabalho em altura na prática, não de quem só leu a norma
- Orientação de execução passo a passo: do planejamento à liberação da atividade
- Análise de Risco, Permissão de Trabalho e inspeção de EPI para altura explicadas
- Anexo III (escadas) incorporado — o meio de acesso que quase todo mundo trata como ferramenta banal
- Vedação ao treinamento EAD explicada, com o reflexo prático na hora de contratar capacitação
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- O que a norma chama de trabalho em altura — campo de aplicação, quando a NR-35 entra e como ela conversa com as demais normas de segurança
- Responsabilidades — o que cabe ao empregador, o que cabe ao trabalhador e o que cabe a quem autoriza a atividade
- Capacitação e autorização — o que o treinamento precisa cobrir, quem pode ser autorizado a trabalhar em altura e por que a modalidade EAD é vedada
- Aptidão para o trabalho em altura — a avaliação de saúde e sua relação com a autorização do trabalhador
- Planejamento, organização e execução — a sequência do trabalho e as decisões que precisam estar tomadas antes de alguém subir
- Análise de Risco — o que a AR precisa descrever de verdade: acesso, meios de fixação e ancoragem, condição do local, interferências e emergência
- Permissão de Trabalho — quando ela é exigida, o que precisa conter, quem emite, o que a invalida e como se encerra
- Proteção contra quedas — a lógica de priorizar a proteção coletiva antes da individual, e o papel de ancoragem, talabarte, absorvedor e zona livre de queda
- EPI para altura — seleção conforme a situação, inspeção antes do uso, critérios de descarte e registro
- Anexo III — escadas — o meio de acesso mais usado e o mais subestimado, tratado como o requisito normativo que é
- Emergência e resgate — por que o plano de resgate vem antes da atividade e o risco da suspensão inerte no cinturão
- Autodiagnóstico — questionário de conformidade para localizar onde a sua operação está frágil
Ideal para o técnico, o engenheiro ou o SESMT que precisa dominar o texto e a lógica da norma.

