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Campanha HazOp · Apoio à Saúde Pública · Fevereiro 2027

Um exame de sangue pode colocar você na fila de quem salva uma vida.

Fevereiro é laranja e roxo. Laranja pela conscientização sobre a leucemia — e pela doação de medula óssea, o tratamento que pode curar quem não responde só à quimioterapia. Roxo pelo lúpus e pelo Alzheimer, duas causas que também merecem seu olhar neste mês.

Por que justamente agora

Fevereiro Laranja: leucemia e a fila por um doador compatível

A leucemia é um câncer que se origina na medula óssea e compromete a produção normal das células do sangue. Em muitos casos, o transplante de medula é o tratamento que pode salvar a vida do paciente — e ele só é possível quando existe um doador compatível cadastrado. O mesmo mês também é o Fevereiro Roxo, dedicado ao lúpus e ao Alzheimer (mais abaixo).

12.220

novos casos de leucemia por ano

É a estimativa do INCA para o Brasil no triênio 2026–2028, com risco de 5,71 casos a cada 100 mil habitantes — o 13º câncer mais frequente no país.

O mais comum

entre crianças e adolescentes

A leucemia é o tipo de câncer mais frequente na infância e adolescência no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE).

Um exame de sangue

é como tudo começa

O cadastro de doador de medula óssea começa com uma coleta simples de sangue, para o exame de compatibilidade genética (HLA). Não é a doação em si — é o primeiro passo dela.

Onde se cadastrar perto de você

O cadastro é feito nos hemocentros de cada estado e entra no REDOME — Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea, coordenado pelo INCA. É gratuito: basta levar um documento oficial com foto, preencher os formulários e coletar uma amostra de sangue para a tipagem HLA.

Em Goiás, o cadastro é feito no Hemocentro de Goiás (HEMOGO), Av. Anhanguera, 7.323 — Setor Oeste, Goiânia. Telefone: (62) 3231-7900 — confirme dias e horários de atendimento antes de ir.
Antes de ir ao hemocentro

Quem pode se cadastrar como doador de medula

Os critérios são definidos pelo REDOME/INCA e aplicados em todos os hemocentros do país. Se você se encaixa, o cadastro leva poucos minutos.

Ter entre 18 e 35 anos — essa é a faixa etária para o cadastro inicial no REDOME.
Estar em bom estado geral de saúde — sem doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue.
Não ter histórico de câncer, doenças do sangue (hematológicas) ou do sistema imunológico.
Levar documento oficial com foto e preencher o termo de consentimento no hemocentro.
Permanecer disponível até os 60 anos — quem se cadastra fica no registro nacional até essa idade.
Manter o telefone atualizado — é assim que o REDOME avisa em caso de compatibilidade encontrada.
Cadastrar não é doar na hora: a amostra de sangue serve para o exame de compatibilidade genética (HLA). Você só será chamado se, no futuro, seu perfil for compatível com o de algum paciente que precisa de transplante — o que pode levar anos ou nunca acontecer. Ainda assim, cada cadastro aumenta a chance de alguém encontrar um doador.
Também neste mês

Fevereiro Roxo: lúpus e Alzheimer

A cor roxa marca a conscientização sobre duas doenças bem diferentes entre si, mas que têm em comum não ter cura — apenas tratamento e cuidado contínuo.

Duas causas, em poucas palavras

Lúpus é uma doença inflamatória autoimune que pode afetar pele, articulações, rins e outros órgãos. Segundo o Ministério da Saúde, é mais comum em mulheres — e a incidência chega a ser de 3 a 4 vezes maior em mulheres negras. O diagnóstico costuma ocorrer entre os 15 e os 40 anos.
Alzheimer é a forma mais comum de demência em pessoas idosas, responsável por mais da metade dos casos de demência nessa faixa etária, segundo o Ministério da Saúde. O SUS oferece tratamento multidisciplinar gratuito em centros de referência.
Por que a HazOp apoia

Proteger a vida é o nosso ofício

A corrente do bem que começamos em julho, com a doação de sangue, continua aqui. Assim como um hemocentro só funciona com gente disposta a doar, um transplante de medula só acontece quando alguém, em algum lugar, decidiu se cadastrar sem saber se um dia seria chamado. É a mesma lógica que aplicamos em cada laudo técnico que assinamos: prevenção e cuidado não esperam o problema aparecer — eles se antecipam a ele.

Informação confiável

Fontes oficiais

Esta campanha é institucional e de apoio. Todas as orientações seguem os órgãos oficiais de saúde.

Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes

É preciso ter entre 18 e 35 anos e estar em bom estado geral de saúde, sem histórico de câncer nem de doenças hematológicas ou do sistema imunológico. O cadastro é feito em qualquer hemocentro: basta levar um documento oficial com foto e coletar uma amostra de sangue para o exame de compatibilidade genética (HLA). Quem se cadastra permanece no REDOME até os 60 anos.

Não. Desde a Portaria MS 685/2021, o cadastro de novos doadores só é permitido entre 18 e 35 anos, porque estudos mostram que doadores mais jovens trazem melhores resultados de transplante para o paciente. Quem já estava cadastrado antes da mudança continua no registro e pode ser chamado para doar até completar 60 anos.

Ainda não. O lúpus é uma doença crônica autoimune, com períodos de atividade e de remissão — quando os sintomas desaparecem, mas a alteração imunológica que causa a doença continua presente e exige acompanhamento médico contínuo. O tratamento, oferecido de forma integral e gratuita pelo SUS, controla os sintomas e permite qualidade de vida, mas não cura a doença.

Todo mês, uma causa

Conheça nossas campanhas

Um tema de saúde pública por mês, sempre ligado ao nosso compromisso com a proteção da vida.

Espalhe a corrente do bem

Mande para quem pode se cadastrar

Ninguém se cadastra como doador de medula por acaso — alguém precisa contar que é simples. Compartilhe com amigos entre 18 e 35 anos.

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