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Campanha HazOp · Apoio à Saúde Pública · Março 2026

Duas causas, um mesmo cuidado: você em dia com a sua saúde.

Março reúne o Dia Internacional da Mulher (8/3) e o Março Azul-Marinho, mês de conscientização sobre o câncer colorretal — o terceiro tipo mais frequente no Brasil. A mensagem da HazOp é simples: check-up em dia salva vidas, dentro e fora do trabalho.

Por que justamente agora

Duas causas se encontram em março

O dia 8 de março é o Dia Internacional da Mulher, data que também reforça a importância do autocuidado e dos exames de rotina. Já o dia 27 de março é lembrado por sociedades médicas — como a Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) e a Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED) — como marco do Março Azul-Marinho, mês de conscientização sobre o câncer colorretal.

8 de março

Dia Internacional da Mulher

Data que marca a luta por direitos das mulheres e é lembrada também como oportunidade de reforçar o autocuidado — incluindo os exames de rotina que a correria do dia a dia costuma empurrar para depois.

3º mais frequente

câncer colorretal no Brasil

Sem contar os tumores de pele não melanoma, o câncer colorretal é o terceiro tipo mais frequente no país, com mais de 53 mil novos casos por ano, segundo a Estimativa 2026–2028 do INCA — um crescimento próximo de 20% em relação ao levantamento anterior.

+90% de cura

quando descoberto cedo

O câncer colorretal tem mais de 90% de chance de cura quando diagnosticado em fase inicial — o que torna o rastreamento periódico a ferramenta mais eficaz de prevenção.

Check-up em dia

Quando fazer cada exame

As idades recomendadas mudam conforme o histórico de cada pessoa e são atualizadas periodicamente pelas sociedades médicas. As faixas abaixo são um ponto de partida — a palavra final é sempre do seu médico.

Colonoscopia: qual é a idade certa

O INCA ainda não fixou uma idade única para o início do rastreamento: historicamente a referência era 50 anos, e o instituto estuda reduzi-la diante do aumento de casos em adultos mais jovens. Sociedades como a SBCP (Coloproctologia) e a SBCO (Cirurgia Oncológica) já recomendam começar aos 45 anos, seguindo a diretriz da American Cancer Society, para quem não tem fatores de risco conhecidos.

  • Histórico familiar de câncer colorretal: iniciar aos 40 anos, ou 10 anos antes da idade em que o parente foi diagnosticado — o que vier primeiro.
  • Síndrome de Lynch ou polipose adenomatosa familiar: o acompanhamento pode começar ainda na adolescência, com avaliação especializada.
  • Sem esses fatores de risco: converse com seu médico sobre iniciar entre 45 e 50 anos.

Exames de rotina da mulher

Dois exames formam a base do rastreamento oncológico feminino no SUS:

  • Papanicolau — dos 25 aos 64 anos: anual nos dois primeiros exames e, se ambos derem normais, a cada 3 anos (INCA).
  • Mamografia — dos 40 aos 49 anos, sob demanda e em decisão compartilhada com o médico; dos 50 aos 74 anos, oferecida pelo SUS a cada 2 anos, mesmo sem sintomas (regra ampliada pelo Ministério da Saúde em setembro de 2025).
Antes que aconteça

Hábitos que reduzem o risco

Boa parte da prevenção ao câncer colorretal está em hábitos simples, mantidos ao longo da vida — e em não adiar os exames que já têm idade e periodicidade definidas.

Atividade física regular — pelo menos 150 minutos de exercício por semana ajudam a reduzir o risco, segundo orientação do Ministério da Saúde.
Alimentação rica em fibras — priorize frutas, verduras e legumes frescos; reduza carnes processadas e embutidos.
Álcool e tabaco sob controle — reduzir o consumo de álcool e não fumar são medidas reconhecidas de prevenção.
Papanicolau em dia — dos 25 aos 64 anos, na periodicidade orientada pelo seu médico.
Mamografia na hora certa — a partir dos 40 anos sob orientação médica; dos 50 aos 74, gratuita pelo SUS a cada 2 anos.
Conversa franca com o médico — a idade certa para começar o rastreio colorretal varia com o seu histórico familiar.
Sinais que não devem ser ignorados: sangue nas fezes, mudança persistente do hábito intestinal (diarreia ou prisão de ventre que não passa), dor abdominal frequente, perda de peso sem causa aparente e cansaço ou anemia sem explicação. Nenhum desses sinais tem diagnóstico à distância — procure um médico.
Por que a HazOp apoia

Proteger a vida é o nosso ofício

A cultura de segurança que aplicamos em laudos, PGRs e treinamentos de NR-10 nasce do mesmo princípio desta campanha: risco que não é enxergado não é tratado. Em março, olhamos para dentro — para o check-up que cada um de nós também deveria manter em dia. Prevenção e check-up em dia — dentro e fora do ambiente de trabalho. É essa mensagem que a HazOp reforça mês a mês, ao lado do compromisso técnico que assinamos em cada projeto.

Informação confiável

Fontes oficiais

Esta campanha é institucional e de apoio. Todas as orientações seguem os órgãos oficiais de saúde.

Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes

Não há consenso único. O INCA ainda não fixou uma idade oficial e estuda reduzi-la dos 50 para os 45 anos; sociedades como a SBCP (Coloproctologia) e a SBCO (Cirurgia Oncológica) já recomendam iniciar aos 45 anos, seguindo a American Cancer Society, para quem não tem fatores de risco. Quem tem histórico familiar de câncer colorretal deve começar antes — geralmente aos 40 anos, ou 10 anos antes da idade em que o parente foi diagnosticado. A decisão final é sempre do seu médico.

Depende. Desde setembro de 2025, o Ministério da Saúde garante às mulheres de 40 a 49 anos o direito ao exame em decisão compartilhada com o médico, mesmo sem sintomas — mas a oferta sistemática e periódica (a cada 2 anos) do SUS continua garantida dos 50 aos 74 anos. Fora dessa faixa, procure orientação médica sobre a indicação individual.

Sim. O art. 392 da CLT garante à gestante a dispensa do horário de trabalho, sem desconto no salário, para pelo menos seis consultas médicas e exames complementares durante a gravidez. Esse número é um piso mínimo — se o médico indicar mais acompanhamentos, eles também devem ser liberados, mediante atestado.

Todo mês, uma causa

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Um tema de saúde pública por mês, sempre ligado ao nosso compromisso com a proteção da vida.

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