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Campanha HazOp · Apoio à Saúde Pública · Outubro 2026

Detectar cedo é a chance mais forte que existe.

Outubro Rosa é o movimento internacional de conscientização sobre o câncer de mama — o tipo mais comum entre as mulheres brasileiras. Diagnosticado cedo, é um dos cânceres com maiores chances de cura. Saber os sinais e os prazos certos é o primeiro passo.

Por que justamente agora

Outubro Rosa: conscientização que salva vidas

Outubro é o mês mundial de conscientização sobre o câncer de mama, movimento que o INCA apoia há mais de uma década. O foco é falar abertamente sobre prevenção, diagnóstico precoce e os direitos de quem enfrenta a doença.

O mais comum

entre as mulheres no Brasil

Fora os tumores de pele não melanoma, o câncer de mama é o mais incidente entre as mulheres brasileiras. O INCA estima 78.610 novos casos para o triênio 2026-2028, com risco de 71,57 casos a cada 100 mil mulheres.

Até 95%

de chance de cura no diagnóstico precoce

Quando descoberto no início, o câncer de mama tem altas taxas de cura — segundo a FEMAMA (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama), as chances podem chegar a 95%.

50 a 74 anos

rastreamento gratuito pelo SUS

Desde setembro de 2025, o Ministério da Saúde ampliou o rastreamento por mamografia dos 50 aos 74 anos (antes ia até os 69), a cada dois anos. Dos 40 aos 49 anos, o exame é oferecido sob decisão conjunta com o profissional de saúde.

Onde fazer mamografia pelo SUS

A mamografia de rastreamento é gratuita pelo SUS. Desde setembro de 2025, o Ministério da Saúde ampliou o rastreamento ativo para mulheres de 50 a 74 anos, a cada dois anos (o limite anterior era 69 anos). Mulheres de 40 a 49 anos também têm direito ao exame, sob decisão conjunta com um profissional de saúde — mesmo sem sintomas. O caminho começa na Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima, com documento de identidade e Cartão SUS.

Os links abrem o mapa com as UBS e pontos de mamografia do SUS do seu estado. Leve documento com foto e o Cartão SUS; em caso de dúvida, ligue 136 (Disque Saúde).
O que fazer, e quando

Atenção ao próprio corpo, exame em dia

O INCA não recomenda mais o autoexame como técnica formal e periódica — grandes estudos mostraram baixa eficácia e risco de gerar ansiedade e exames desnecessários. O que continua valendo é o autoconhecimento do corpo, aliado ao exame clínico e à mamografia na idade certa.

Conheça seu corpo — observação e toque ocasionais no dia a dia, sem técnica ou data fixa. O objetivo é perceber quando algo muda.
Sinais de alerta — nódulo ou espessamento, alteração no formato da mama, pele com aspecto de casca de laranja, retração do mamilo ou saída de secreção com sangue.
Exame clínico das mamas — feito por um profissional de saúde na consulta de rotina. Converse sobre isso na sua UBS ou com seu ginecologista.
Mamografia dos 50 aos 74 anos — rastreamento gratuito pelo SUS, a cada dois anos (faixa ampliada de 69 para 74 anos desde setembro de 2025).
Mamografia dos 40 aos 49 anos — disponível sob demanda, em decisão conjunta com o profissional de saúde, mesmo sem sintomas.
Como agendar — procure a UBS mais próxima com documento e Cartão SUS. Em caso de dúvida, ligue 136 (Disque Saúde).
Nem toda entidade médica adota a mesma diretriz: desde 2008, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) recomenda mamografia anual a partir dos 40 anos para todas as mulheres — posição reforçada em diretrizes conjuntas da SBM com o Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR), a FEBRASGO e a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), que defendem esse rastreamento como "padrão ouro". Já o protocolo gratuito do SUS, definido pelo Ministério da Saúde e pelo INCA, segue outro critério — mamografia dos 50 aos 74 anos a cada dois anos, com o exame dos 40 aos 49 anos por decisão compartilhada — e é o que vale para o exame pela rede pública. Na dúvida, converse com seu médico.
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Informação confiável

Fontes oficiais

Esta campanha é institucional e de apoio. Todas as orientações seguem os órgãos oficiais de saúde.

Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes

Não. O INCA e o Ministério da Saúde não recomendam mais o autoexame como técnica formal e periódica de rastreamento — estudos mostraram baixa eficácia para achar tumores pequenos e risco de gerar ansiedade e exames desnecessários. A orientação atual é o autoconhecimento do corpo: observar e tocar as mamas sempre que for confortável, sem técnica ou data fixa, prestando atenção a mudanças.

Sim. Segundo o INCA, o câncer de mama em homens é raro — cerca de 1% do total de casos no Brasil — mas existe, sendo mais comum a partir dos 60 anos e em quem tem histórico familiar da doença. Os sinais são parecidos aos das mulheres, como nódulo, retração do mamilo ou secreção, e devem ser investigados por um médico.

Sim, em parte. Segundo o INCA, reduzir fatores de risco modificáveis — como sedentarismo, excesso de peso e consumo de álcool — poderia evitar cerca de 13% dos casos de câncer de mama no Brasil. Manter hábitos saudáveis é uma proteção a mais, mas não substitui o rastreamento pela mamografia na idade recomendada.

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