Mais que engenharia: compromisso com a vida. Responsabilidade social que vai além do trabalho.
Voltar ao siteBandeirinhas, luzes, fogueira e barraca de comida: o São João reúne, num só lugar, quase todo risco que a engenharia elétrica trata como prioridade — ligação improvisada, sobrecarga e proximidade da rede. Só em 2025, Goiás registrou 35 acidentes por choque elétrico, 28 deles fatais (Abracopel). No Brasil inteiro, a causa mais comum é a mesma que aparece em toda gambiarra de festa: conexão clandestina ou malfeita.
Festa junina combina exatamente os ingredientes que mais aparecem nas estatísticas de acidente elétrico do Brasil: instalação temporária, decoração improvisada e ligação clandestina. Nenhum desses riscos é exclusivo de junho — mas é em junho que eles se concentram.
A Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/1998, art. 42) proíbe fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam provocar incêndio em áreas urbanas — pena de detenção de um a três anos, ou multa. Além do crime, o balão aceso pode cair sobre a rede elétrica e causar curto-circuito ou queda de energia.
Ligações improvisadas — "T", gambiarras e emendas — podem superaquecer a fiação e causar curto-circuito, segundo orientação da Equatorial Goiás. Nunca use a rede elétrica como suporte para bandeirinhas, luminárias ou decoração.
Mais de 60% dos acidentes por choque elétrico em áreas residenciais no Brasil têm origem em conexões, extensões e instalações clandestinas ou malfeitas, segundo o Anuário Estatístico da Abracopel — o mesmo padrão de risco de toda extensão sobrecarregada de festa.
Assim como em Abril Verde, aqui o direcionamento não é para um serviço público — é para o que a HazOp já produz todos os dias: conteúdo técnico, checklist e suporte para tirar dúvida antes de montar a decoração, a barraca ou o som do arraiá.
Seis pontos para conferir antes de ligar bandeirinhas, luzes e a extensão da barraca.
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Conhecer Materiais PremiumFicou com dúvida sobre a instalação da decoração ou da barraca? Pergunte ao Zé Neutro, nosso assistente de segurança elétrica.
Falar com a IASeis pontos simples que evitam a maioria dos acidentes elétricos de festa junina — em casa, na rua ou na barraca da igreja, escola ou associação.
Palco, torre de som, arquibancada: estruturas metálicas montadas ao ar livre no período junino — justamente a época de chuva e trovoada — podem exigir análise de risco de SPDA (PDA), conforme a NBR 5419:2026. Baixe o guia técnico gratuito da HazOp.
A HazOp trabalha todos os dias para eliminar risco elétrico em plantas industriais, canteiros de obra e instalações comerciais — mas o princípio é o mesmo em qualquer lugar onde existe fiação, carga e gente por perto. As festas juninas são um lembrete sazonal de que a engenharia elétrica não é exclusividade da indústria: numa barraca de arraiá, a gambiarra que supera a fiação segue a mesma física — e o mesmo risco — de uma instalação industrial malfeita. Por isso, neste mês, reunimos o que já produzimos sobre segurança elétrica e colocamos à disposição de quem vai montar a decoração, a barraca ou o som do São João.
Esta campanha é institucional e de apoio. As orientações seguem a legislação vigente, o Corpo de Bombeiros e dados de organizações técnicas do setor elétrico.
Não. Fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam causar incêndio é crime ambiental, previsto no art. 42 da Lei 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais) — pena de detenção de um a três anos, ou multa. Se o balão cair sobre a rede elétrica, o risco de curto-circuito e queda de energia se soma ao do incêndio, que pode configurar também o crime do art. 250 do Código Penal.
Mantenha barracas, palcos e arquibancadas a pelo menos 3 metros da rede elétrica, conforme orientação da Equatorial Goiás, e nunca ligue direto na rede sem autorização — para eventos maiores, é a concessionária (ou um profissional habilitado pela NR-10) quem deve fazer o levantamento de carga e a ligação provisória. Use dispositivo DR, evite emendas e benjamins empilhados, e não pendure bandeirinhas ou luminárias na fiação. Para estruturas que ficam montadas por vários dias, um laudo elétrico (RTI) ajuda a comprovar que a instalação está em conformidade.
Não é automático — depende de uma análise de risco conforme a Parte 2 da NBR 5419:2026, que leva em conta altura, área, materiais (estrutura metálica) e exposição do local. Palcos grandes, torres de som e arquibancadas metálicas montadas ao ar livre no período de chuva e trovoada — justamente a época junina — podem entrar nessa avaliação. Quem organiza eventos recorrentes ou mantém estruturas fixas deve avaliar a necessidade de SPDA (PDA) com um profissional.
Um tema de saúde pública por mês, sempre ligado ao nosso compromisso com a proteção da vida.
Prevenção que ninguém conhece não protege ninguém. Compartilhe com a família, com a igreja, a escola ou a associação de bairro que vai montar a festa.
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